4 de janeiro de 2015

Cheios de Deus... SERÁ!?

Postado Por: Rogério da Fonseca with Sem Comentarios

Gente boa, como estão? Muito se fala por aí, tanto nas relações pessoais quanto nas virtuais, sobre "ser de Jesus" ou "ser de Deus". Principalmente entre os jovens surgem os mais variados movimentos para "resgatá-los" do "mundo", posto que afastados de Deus, segundo os critérios destes movimentos.

É uma síndrome messiânica, salvadora de todos aqueles que estão perdidos nesse mundão, jogados no uso de bebidas alcoólicas, cigarros, prostituição, lascívia, jogos de futebol, ps3, xbox e etc. Por essa razão, surgem os convites do tipo: "Venha para Jesus, preencha seu vazio! Não adianta ficar no álcool, baladas, namoradas, e morrer sem salvação. Eu sou feliz sem nada disso, pois tenho Jesus." Frase familiar não é? Pois bem. Analisemos o tal vazio descrito pelas pessoas praticantes da religião e que até então denominam-se "cheios".

Vejamos que por trás do vazio, existe a frustração decorrente de dois motivos: o primeiro, é que geralmente a pessoa está em uma idade jovem e foi praticante destas coisas e posteriormente encontrou alguma espécie de conforto na religião e realizou a troca do que lhe era prejudicial por um comportamento mais regrado.

O segundo motivo é que a pessoa em idade jovem não tem outra experiência do ponto de vista social além da igreja, não teve outro envolvimento senão aquele oriundo das relações ditas como espirituais. Estes aí são os que levantam a bandeira do vazio preenchido.

O vazio é preenchido por seu envolvimento com as atividades religiosas, tais como música, teatro, ministérios, lideranças dentre outros, que os fazem sair do meio do povo e ficar em um lugar de atenção. Ou seja, são agora vistos e sentidos, ouvidos.

Antes disso eram apenas mais um na multidão, anônimo, sem voz nem cor. Agora não, as coisas mudaram! Passou a fazer parte do grupo e como tal merece atenção adequada, o que gera, pelo desenvolvimento de suas funções uma autoafirmação, um preenchimento do vazio existencial e sem sentido.

Voltando ao primeiro caso, daqueles que tiveram vasta experiência no "mundo" e agora se converteram, vejamos que a novidade da relação entre religiosos é muito fervorosa, porém sem raízes na existência. Muda-se de caminho, mas não de vida. Por uma razão muito simples: vivemos no mundo. Vivemos no planeta Terra. A entrada do Evangelho em nós nos faz como sal da Terra - repito: planeta onde vivemos, morremos, namoramos, bebemos, jogamos e tudo mais. O sal é na Terra, não em Marte! É nas relações sociais, com saúde mental e espiritual, o que há muito tempo não se vê por aí.

Por essas simples razões é que pergunto: será que aqueles que se dizem cheios de fato o são? Será que não houve uma troca sistêmica de vazios, trocando a vida anônima e sem sentido por uma vida agora lotada de compromissos e afazeres que lhe dão cor e ânimo pra viver?

Pois é, precisamos nos enxergar! O Evangelho produz vida. Jesus disse que quem quiser beber da água da vida deveria chegar até Ele e beber e do interior fluiriam rios de água viva! Veja que as fontes fluem do interior, sem qualquer necessidade de autoafirmação ou síndrome messiânica livradora dos infernos criados pela religião. Apenas beba dessa água e ela fluirá para a eternidade!

Se você passa por isso e quer conversar, vá até o menu VOCÊ NO METACONSCIÊNCIA e em DESABAFO ou CONTATO que assim que puder responderemos! Pode enviar seu desabafo de forma anônima mesmo. No mais, encha-se do que é vida, do que é gostoso, do que é prazeroso nesta existência que foi criada por Deus, pois Ele viu que a Terra é BOA!

Curta, comente, compartilhe, critique!

Abraços e até a próxima!

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